28 dezembro, 2008

I love my daddy

Que a Kuka adora o pai, eu já sabia.
Em Cabo Verde ele nem se podia chegar perto, que ela começava a chorar... mas eu sempre soube que isso era provisório e que quando ela o descobrisse, não querería outra coisa.
Ora... se eu adivinhasse os números do euromilhões, como adivinhei isto, era uma rapariga rica.
E... se sempre soube que iría haver uma época em que ela iría querer o pai só para ela, confesso que não pensei que fosse já! Mas é verdade... se me vê a dar um abraço ao pai, vem logo meter-se no meio e começa a empurrar-me para longe dele. Se nos vê aos beijinhos, começa logo a mandar beijinhos ao pai... enfim... sei que é passageiro e até tem uma certa graça de ver. Mas... é cansativo para o pai, pois ela tem momentos em que passa a vida a querer que ele lhe dê colo... (o meu é só em certas alturas muito específicas). E ainda tenho que ouvir a minha mãe dizer, que eu fui igualzinha em relação a ela e ao meu pai! Mas... eu tinha desculpa... só via o meu pai de quando em quando...

E essa de dizerem que dois galos na mesma capoeira dá asneira é tanga.. cá em casa somos duas galinhas a lutar por um só galo! :P

3 comentários:

Girstie disse...

Daquilo que me apercebo de outras crianças, é absolutamente normal. E a isso sim se chama serem pai e mãe. Essa vossa criança é sem dúvida uma criança completa :) Vocês apenas tiveram menos passos de convívio com ela, porque de resto :)

sara oliveira disse...

Isso tem qualquer coisa a ver com o complexo de Édipo mas não te posso garantir com muita certeza.
Eu também sempre fui muito ligada ao meu pai em criança, e tinha ciumes da minha mae.. Hoje em dia já é algo que divido pelos dois mas dou especial atenção à minha mae, pois ela é mais mãe que outra coisa :)

Beijinhos

Mara disse...

Que linda! O meu também é todo pai, a mãe é só para os miminhos :)