16 fevereiro, 2008

Noite de sexta

Ontem tinhamos programado um jantar em casa da E. e do P.
Logo por azar, o gajo ficou retido no trabalho, e apareceu-me em casa 45 minutos depois do previsto! Depois, fomos (como é hábito) deixar os cães a casa da minha avó e lá seguimos pela Crel em direcção à A1.
Comecei a reparar que a hora começava a tardar... ainda olhei para o telemóvel, mas como ele permanecia mudo, pensei que eles não estavam a achar estranho o atraso (se bem que não tinhamos combinado hora nenhuma).
Quando lá cheguei, soube que eles me tinham ligado 2 vezes (só que com a música do carro não ouvi) e que tinham ligado para outro amigo meu, o M. para ver se ele tinha o número do meu gajo. Coisa que por acaso tinha! E então também ligaram para o telemóvel dele! Que também não ouvimos! :oops:

O jantar foi muito fixe. Juntam-se dois amigos de uma vida, o P. e o N. e são só histórias caricatas da adolescência e pré-adolecência dos rapazinhos!
Também deu para galarmos a fantástica ducati que eles têm e na qual sentei o meu real rabinho! E rimos e falámos e conhecemo-nos mais e a E. lá me emprestou mais dois livros! :D

Sim... eu tenho uma biblioteca ali para os lados do Ribatejo! ;)

4 comentários:

Sara Oliveira disse...

Eu tive com a E. na quinta à tarde :salta: :salta:


Boas leituras e vê se aumentas o volume do telemóvel :mrgreen:

Anónimo disse...

Estimados amigos/as:
Por motivos pessoais, em nada relacionados com saúde, decidi encerrar o meu blog.
Compreendo hoje que, levado pela emoção de um momento menos bom, foi uma decisão precipitada, mas por vezes é preferível uma decisão menos acertada ao arrastamento de problemas por uma decisão eternamente adiada.
Como devem ter percebido, ou talvez não, sou uma pessoa impulsiva, levada muitas vezes a situações irreversíveis. O coração ao pé da boca tem-me pregado algumas partidas, no entanto raramente encontro motivos de arrependimento dos meus actos. Não gosto de adiar por muito tempo aquilo que tenho de fazer, mesmo que não haja maneira de voltar atrás. E depois, foi só um blog acabado, mais um capítulo encerrado para logo se abrir outro e com toda esta inconstância que me caracteriza, não se espantem se dentro de algum tempo o meu fantasma voltar a vaguear pela internet.
Para já está decidido que, mesmo sem blog, não vou deixar de fazer visitas, especialmente a pessoas que, incondicionalmente e sem quase me conheceram, me apoiaram em momentos de fraqueza, momentos que têm sido mais frequentes do que era desejado. Mas, compreendam, por vezes torna-se tão difícil controlar os sentimentos que o coração acaba falando mais alto do que a razão e acabamos a dizer mais disparates do que é socialmente desejável. Nessa situação, que já por mais de uma vez atingi, é tempo de fazer uma paragem para respirar e fazer um balanço. Perguntarmo-nos se aquilo que andamos a fazer é algo que valha a pena ou se não servirá, apenas, para aumentar a dor que tentávamos aliviar. Não devemos evitar morrer da doença para vir a morrer da cura e sinto que era isso que me estava a acontecer.
A todos o meu muito obrigado e desculpem se alguma vez vos desiludi.
J. Serra (atever).

Anónimo disse...

Sr. anonimo...e o q é q isso tem a ver com o jantar na minha casa? hummm? :)

gosto muito da vossa companhia e espero q haja mais em breve...e juro...sim...juro q nao falo mais da minha infancia de petiz com maldivez :triste:

Pedro disse...

desculpem, o post acima tb é meu...eu e estas novas tecnologias para contar o dia a dia...ja vai o tempo q as gaijas tinham diários com fotos dos new kids on the block, os Bros e florzinhas desenhadas com rigor milimetrico...costumavam ter cheiro tb...beijocas